Continuando minha busca incessante por bobagens na internet veja com o que me deparo, outra paródia, e muito boa, engraçadíssima, não tenho nem muito o que falar para não estragar a surpresa dessa paródia, mas comecemos com as apresentações.
O clipe original é uma música pop e muito conhecida, fez muito sucesso a pouco tempo atrás, em toda esquina escutava-se "ela ela ê ê", sim, é esta mesmo.
Com vocês:
Rihana - Umbrella
E para continuar minha insistente apresentação de paródias, uma paródia muito bem feita, com muita bizarrice, só vendo, então...
Com vocês:
Vanilla Sky - Umbrella
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
I Can't Watch This! (Another time)
A Geladeira Diabólica (REFRIGERATOR, THE), 1991
de Nicholas A.E. Jacobs
escrito por Philip Dolin e Nicholas Jacobs
O filme conta a história de Eileen (Julia McNeal) e Steve Bateman (Dave Simonds), recém-casados, que para fugir da chatice da mãe da moça, se mudam para um apartamento bizarro, em um prédio igualmente bizarro. Ao fechar negócio, descobrem que a geladeira já vinha junto do apartamento, o que acham uma maravilha. Steve já acha um queijo dos que mais gosta dentro dela, e fica feliz com isso. Que nojento. Você comeria um queijo que já estava na geladeira de um apartamento que você comprou? Eu não. Eileen sonha em ser atriz, e isso é mostrado várias vezes durante o filme, com uma musiquinha-tema ridícula.
Então. Steve trabalha toda hora, e deixa Eileen sozinha em casa. Certo dia, para consertar a pia, aparece Juan (Angel Caban), o encanador (que se veste como Supla e tem um bigodinho meio Freddie Mercury). Eileen está atrasada para ir fazer uma entrevista para conseguir um papel em uma peça. O encanador demonstra suas habilidades em dançar flamenco (ridículo), o que atrasa a moça (Aliás, ela fica só olhando, em vez de mandar o cara embora). Quando ela consegue se livrar do bigodudo, percebe que perdeu as chaves de casa. Revira tudo (tudo mesmo, tipo o lixo, chega a ser escroto), e não acha. Depois descobre que a chave estava na geladeira! (Safadinha essa geladeira, não?) Steve tem pesadelos com o trabalho à noite, envolvendo a geladeira. A geladeira se enche sozinha de tudo o que Steve gosta, seduzindo-o, e Eileen fica confusa, pois sabe que não foi ela que comprou aquelas coisas.
No outro dia, Juan volta lá (com a mesma roupa) para continuar consertando a pia. Steve, que teve um dia ruim, volta para casa e encontra Juan e seu ajudante, Paolo (Jaime Rojo) , sentados em sua mesa tomando café com Eileen, e fica com ciúmes. Steve vai embora novamente, voltando para o trabalho, e Eileen vai atrás de emprego. Juan deixa Paolo consertando a pia sozinho. Adivinhem o que acontece? Sim, sim, a geladeira come ele! Uma das cenas mais ridículas do cinema mundial! A geladeira mastiga o cara, que fica com o bração esticado pedindo ajuda... E se você olhar de perto, perceberá que não é a geladeira que se choca com ele, e sim ele que se choca com a geladeira (que aliás, é de plástico!).
Eileen tem pesadelos com a geladeira. Os sonhos envolvem sua mãe (Nena Segal), Steve e um bebê (não preciso mencionar que é uma boneca, né? Pois é, é).
Dois dias depois (pelo que parece), Juan (com a mesma roupa) volta ao apartamento de Eileen procurando por Paolo. Pra você ver como ele era amigo do parceiro dele, que apresenta como seu quase irmão... Eileen reclama que a geladeira está estranha (está mesmo, ela pinga "sangue", tenta mordê-la, prende seus dedos... Mas Eileen é uma anta, e não percebe. Nem Steve. É irritante).
Eileen cai doente, pede para que Steve se livre da geladeira, eles brigam, transam (na frente da geladeira, que começa a pingar sangue. Que tipo de pessoa transa na frente da geladeira? Eileen e Steve, eu digo!), a geladeira come a mãe dela, que deu uma passada por lá, e blá blá blá.
Eileen vai à uma cigana Tanya (Phyllis Sanz) (que já havia aparecido antes, mas isso não conserta os buracos do roteiro), e Juan está lá (com a mesma roupa). A cigana diz que a geladeira é um portal para o inferno (!!!!!!!!!).
Durante a noite, Steve tem um pesadelo, e, sonâmbulo, leva Eileen aos berros, em seu colo, em direção à geladeira. O que Eileen faz? Mata o marido! Moça drástica, não? Quando o rapaz cai ao chão, podemos ver uma coisa em suas costas, onde foi enfiada a faca. Parece um livro, sei lá. Ou um isopor... Pouca verba é isso aí!
Chegam Juan, a cigana e um cara (Darrell Smith). A geladeira ataca os quatro, sendo auxiliada pelo lixo, os ventiladores, entre outros eletrodomésticos. O cara que veio junto com Juan perde a perna no lixo (engraçadíssimo, muito mal feito! E ele pulando numa perna só é hilário!) e cai. Dois ventiladores trituram sua cara (e aí notamos claramente que foi colocado um boneco no lugar do cara. O boneco faz movimentos ritmados para a direita e a esquerda, é muito óbvio!). A cigana morre também. Juan e Eileen fogem.
Happy End: Eileen e Juan casam, e viram famosos dançarinos de flamenco. A geladeira continua lá, talvez esperando uma continuação... Mas acho que ninguém teria coragem de fazer isso. O filme vale a pena por suas cenas ridículas, mas o ritmo é muito lento, e a geladeira é colocada em segundo plano, dando mais importância ao relacionamento Steve/Eileen/Juan. Para se assistir uma vez, é válido como experiência... Mais que uma, você é insano. E me desculpem mas o filme é tão tosco que não achei imagens na internet.
de Nicholas A.E. Jacobs
escrito por Philip Dolin e Nicholas Jacobs
O filme conta a história de Eileen (Julia McNeal) e Steve Bateman (Dave Simonds), recém-casados, que para fugir da chatice da mãe da moça, se mudam para um apartamento bizarro, em um prédio igualmente bizarro. Ao fechar negócio, descobrem que a geladeira já vinha junto do apartamento, o que acham uma maravilha. Steve já acha um queijo dos que mais gosta dentro dela, e fica feliz com isso. Que nojento. Você comeria um queijo que já estava na geladeira de um apartamento que você comprou? Eu não. Eileen sonha em ser atriz, e isso é mostrado várias vezes durante o filme, com uma musiquinha-tema ridícula.
Então. Steve trabalha toda hora, e deixa Eileen sozinha em casa. Certo dia, para consertar a pia, aparece Juan (Angel Caban), o encanador (que se veste como Supla e tem um bigodinho meio Freddie Mercury). Eileen está atrasada para ir fazer uma entrevista para conseguir um papel em uma peça. O encanador demonstra suas habilidades em dançar flamenco (ridículo), o que atrasa a moça (Aliás, ela fica só olhando, em vez de mandar o cara embora). Quando ela consegue se livrar do bigodudo, percebe que perdeu as chaves de casa. Revira tudo (tudo mesmo, tipo o lixo, chega a ser escroto), e não acha. Depois descobre que a chave estava na geladeira! (Safadinha essa geladeira, não?) Steve tem pesadelos com o trabalho à noite, envolvendo a geladeira. A geladeira se enche sozinha de tudo o que Steve gosta, seduzindo-o, e Eileen fica confusa, pois sabe que não foi ela que comprou aquelas coisas.
No outro dia, Juan volta lá (com a mesma roupa) para continuar consertando a pia. Steve, que teve um dia ruim, volta para casa e encontra Juan e seu ajudante, Paolo (Jaime Rojo) , sentados em sua mesa tomando café com Eileen, e fica com ciúmes. Steve vai embora novamente, voltando para o trabalho, e Eileen vai atrás de emprego. Juan deixa Paolo consertando a pia sozinho. Adivinhem o que acontece? Sim, sim, a geladeira come ele! Uma das cenas mais ridículas do cinema mundial! A geladeira mastiga o cara, que fica com o bração esticado pedindo ajuda... E se você olhar de perto, perceberá que não é a geladeira que se choca com ele, e sim ele que se choca com a geladeira (que aliás, é de plástico!).
Eileen tem pesadelos com a geladeira. Os sonhos envolvem sua mãe (Nena Segal), Steve e um bebê (não preciso mencionar que é uma boneca, né? Pois é, é).
Dois dias depois (pelo que parece), Juan (com a mesma roupa) volta ao apartamento de Eileen procurando por Paolo. Pra você ver como ele era amigo do parceiro dele, que apresenta como seu quase irmão... Eileen reclama que a geladeira está estranha (está mesmo, ela pinga "sangue", tenta mordê-la, prende seus dedos... Mas Eileen é uma anta, e não percebe. Nem Steve. É irritante).
Eileen cai doente, pede para que Steve se livre da geladeira, eles brigam, transam (na frente da geladeira, que começa a pingar sangue. Que tipo de pessoa transa na frente da geladeira? Eileen e Steve, eu digo!), a geladeira come a mãe dela, que deu uma passada por lá, e blá blá blá.
Eileen vai à uma cigana Tanya (Phyllis Sanz) (que já havia aparecido antes, mas isso não conserta os buracos do roteiro), e Juan está lá (com a mesma roupa). A cigana diz que a geladeira é um portal para o inferno (!!!!!!!!!).
Durante a noite, Steve tem um pesadelo, e, sonâmbulo, leva Eileen aos berros, em seu colo, em direção à geladeira. O que Eileen faz? Mata o marido! Moça drástica, não? Quando o rapaz cai ao chão, podemos ver uma coisa em suas costas, onde foi enfiada a faca. Parece um livro, sei lá. Ou um isopor... Pouca verba é isso aí!
Chegam Juan, a cigana e um cara (Darrell Smith). A geladeira ataca os quatro, sendo auxiliada pelo lixo, os ventiladores, entre outros eletrodomésticos. O cara que veio junto com Juan perde a perna no lixo (engraçadíssimo, muito mal feito! E ele pulando numa perna só é hilário!) e cai. Dois ventiladores trituram sua cara (e aí notamos claramente que foi colocado um boneco no lugar do cara. O boneco faz movimentos ritmados para a direita e a esquerda, é muito óbvio!). A cigana morre também. Juan e Eileen fogem.
Happy End: Eileen e Juan casam, e viram famosos dançarinos de flamenco. A geladeira continua lá, talvez esperando uma continuação... Mas acho que ninguém teria coragem de fazer isso. O filme vale a pena por suas cenas ridículas, mas o ritmo é muito lento, e a geladeira é colocada em segundo plano, dando mais importância ao relacionamento Steve/Eileen/Juan. Para se assistir uma vez, é válido como experiência... Mais que uma, você é insano. E me desculpem mas o filme é tão tosco que não achei imagens na internet.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
I Can't Watch This! (Again)
Jack Frost (FROST, JACK), 1997
de Michael Cooney
escrito por Michael Cooney e Jeremy Paige
No começo do filme, já se percebe a porquice. Prestem atenção nos créditos iniciais do filme, e vejam que eles em nenhum momento se levaram a sério. Graças a Deus.
Jack Frost (Scott MacDonald) está sendo levado para a prisão. Ele é um assassino procurado, e morrerá na cadeira elétrica. A viatura tem alguns problemas de percurso (como bater em um caminhão levando ácido) e Jack escapa. Mas quando está prestes a matar o motorista do carro, é atingido por todo o ácido, nos proporcionando uma das cenas mais porcas e mal feitas da história do cinema...

O famigerado Jack Frost, antes do banho de ácido
O problema é que ele se funde com a neve, e vira um ser feito de neve, que pode se derreter, e tal, e se locomover na forma de H2O. Simplesmente escroto.
O herói do filme é um policial tiozão da cidade, Sam (Christopher Allport) que tem sua família e tal, e um filho, Ryan (Zack Eginton), que cozinha mais do que o comum para uma criança. E isso não significa que ele cozinhe bem... Só que ele cozinha muito.

Sam, o herói policial, tiozão e pai de família
Bom, Jack Frost sai matando o povo da cidade como já é esperado. As mãos de Jack são mãos com luvas de forno, sabem aquelas de pegar bolo? O boneco de neve é feito de espuma. Uma das mulheres que morre é claramente um manequim, enfiado em luzes de Natal. Jack enfia a cara da mulher nas luzinhas da árvore, e ela fica toda enfeitada. É incrível.

Jack Frost em sua forma mais feita de espuma
Nesse filme aparece a eterna peladona Nadia de American Pie, Shannon Elisabeth, uma safada. E faz papel de safada, como em 90% dos filmes em que participa. Jill Metzner (Shannon) e um carinha invadem a casa do tiozão policial para meter lá (Pô, tanto lugar, vão na casa do policial?). A menina sobe as escadas para tomar banho (na casa dos outros?) e o carinha fica sozinho na cozinha. Adivinham o que acontece? Bom, com o cara morto (com um pedaço de gelo, sabe tipo estalactite?), resta Jill (mulher safada sempre morre). Ela está lá na banheira, e Jack congela a banheira. Depois tira a cenoura do nariz, coloca em... hm... um lugar estratégico, digamos, e trepa com a menina. Imaginem a cena e vocês verão como isso é ridículo. Daí, ela morre. Meio sem sentido, mas essa é a participação dela no filme...

Nossa querida Shannon Elisabeth, ou Nadia, de American Pie... Perto de sua morte
Chamam Agente Manners (Stephen Mendel), do FBI, e seu assistente Stone (Rob LaBelle) para ajudar a pegar Jack. Como se mata um boneco de neve? Com secadores de cabelo!. Sim, sim sim. Mas a besta não morre. Aí eles abrem uns inseticidas e fecham todas as portas, para tacar fogo no lugar onde estão. Dá tudo certo, o bagulho explode. Mas Jack só fica meio atordoado. Jack mata uns aí (isso inclui os dois do FBI, sendo que Stone foi o criador da bagaça que fez Jack reviver. Enfim...) , e sobram apenas o policial e seu fiote. Eles entram no carro, mas lá está Jack. Com nada a fazer, eles tacam um bolinho que o moleque tinha feito, e Jack começa a derreter. O babaca tinha posto anti-congelante no bolinho, para o pai não sentir frio, se o comesse. Que gênio... Sam, comece a bater em seu filho, por favor.

Acho que isso exemplifica a porquice do filme... Jack pronto para comer Stone
Aí eles enchem a carroceria da caminhonete de anti-congelante e dão um jeito de jogar o Jack lá. E fim, ele derrete. Colocam ele num recipiente e enterram... Mas pelo final, parece que haverá uma sequência... E há! Jack Frost 2: Revenge Of Mutant Killer Snowman, de 2000. Infelizmente, ainda não o achei em nenhuma locadora. Se for achado, pode ter certeza que estará aqui em breve...
de Michael Cooney
escrito por Michael Cooney e Jeremy Paige
No começo do filme, já se percebe a porquice. Prestem atenção nos créditos iniciais do filme, e vejam que eles em nenhum momento se levaram a sério. Graças a Deus.
Jack Frost (Scott MacDonald) está sendo levado para a prisão. Ele é um assassino procurado, e morrerá na cadeira elétrica. A viatura tem alguns problemas de percurso (como bater em um caminhão levando ácido) e Jack escapa. Mas quando está prestes a matar o motorista do carro, é atingido por todo o ácido, nos proporcionando uma das cenas mais porcas e mal feitas da história do cinema...

O famigerado Jack Frost, antes do banho de ácido
O problema é que ele se funde com a neve, e vira um ser feito de neve, que pode se derreter, e tal, e se locomover na forma de H2O. Simplesmente escroto.
O herói do filme é um policial tiozão da cidade, Sam (Christopher Allport) que tem sua família e tal, e um filho, Ryan (Zack Eginton), que cozinha mais do que o comum para uma criança. E isso não significa que ele cozinhe bem... Só que ele cozinha muito.

Sam, o herói policial, tiozão e pai de família
Bom, Jack Frost sai matando o povo da cidade como já é esperado. As mãos de Jack são mãos com luvas de forno, sabem aquelas de pegar bolo? O boneco de neve é feito de espuma. Uma das mulheres que morre é claramente um manequim, enfiado em luzes de Natal. Jack enfia a cara da mulher nas luzinhas da árvore, e ela fica toda enfeitada. É incrível.

Jack Frost em sua forma mais feita de espuma
Nesse filme aparece a eterna peladona Nadia de American Pie, Shannon Elisabeth, uma safada. E faz papel de safada, como em 90% dos filmes em que participa. Jill Metzner (Shannon) e um carinha invadem a casa do tiozão policial para meter lá (Pô, tanto lugar, vão na casa do policial?). A menina sobe as escadas para tomar banho (na casa dos outros?) e o carinha fica sozinho na cozinha. Adivinham o que acontece? Bom, com o cara morto (com um pedaço de gelo, sabe tipo estalactite?), resta Jill (mulher safada sempre morre). Ela está lá na banheira, e Jack congela a banheira. Depois tira a cenoura do nariz, coloca em... hm... um lugar estratégico, digamos, e trepa com a menina. Imaginem a cena e vocês verão como isso é ridículo. Daí, ela morre. Meio sem sentido, mas essa é a participação dela no filme...

Nossa querida Shannon Elisabeth, ou Nadia, de American Pie... Perto de sua morte
Chamam Agente Manners (Stephen Mendel), do FBI, e seu assistente Stone (Rob LaBelle) para ajudar a pegar Jack. Como se mata um boneco de neve? Com secadores de cabelo!. Sim, sim sim. Mas a besta não morre. Aí eles abrem uns inseticidas e fecham todas as portas, para tacar fogo no lugar onde estão. Dá tudo certo, o bagulho explode. Mas Jack só fica meio atordoado. Jack mata uns aí (isso inclui os dois do FBI, sendo que Stone foi o criador da bagaça que fez Jack reviver. Enfim...) , e sobram apenas o policial e seu fiote. Eles entram no carro, mas lá está Jack. Com nada a fazer, eles tacam um bolinho que o moleque tinha feito, e Jack começa a derreter. O babaca tinha posto anti-congelante no bolinho, para o pai não sentir frio, se o comesse. Que gênio... Sam, comece a bater em seu filho, por favor.

Acho que isso exemplifica a porquice do filme... Jack pronto para comer Stone
Aí eles enchem a carroceria da caminhonete de anti-congelante e dão um jeito de jogar o Jack lá. E fim, ele derrete. Colocam ele num recipiente e enterram... Mas pelo final, parece que haverá uma sequência... E há! Jack Frost 2: Revenge Of Mutant Killer Snowman, de 2000. Infelizmente, ainda não o achei em nenhuma locadora. Se for achado, pode ter certeza que estará aqui em breve...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
I Can't Watch This!
O Ataque Dos Tomates Assassinos! (Attack of the Killer Tomatoes!), 1978
de John De Bello
escrito por John De Bello e Costa Dillon
O Ataque Dos Tomates Assassinos é o início de uma saga com tomates que matam gente, que teve quatro filme (e há rumores de um quinto vindo aí). Tudo começou em 1978...
Se você é fã de filmes trash, já deve ser familiar com esse filme, então deve estar acostumado com pessoas correndo da câmera, enquanto alguém joga tomates (normais ou gigantes de papel maché) atrás delas.
O filme conta a história de quando os tomates se revoltam e começam a... bom, matar pessoas.

Mason Dixon, herói do filme. Olha a cara do figura.
Mason Dixon (David Miller) é chamado para conter esse ataque, e com ele é recrutado um time nada normal: um especialista em mergulho (que não tira a roupa de mergulho, e sua única cena de destaque é ele mergulhando numa fonte em praça pública), uma especialista em natação (que tem o corpo da Preta Gil, e com esteróides como se fossem cereais matinais. Acaba morrendo), um especialista em disfarce (esse é o melhor! Infelizmente, acaba morrendo quando, infiltrado no acampamento dos tomates disfarçado como um deles, faz a infeliz pergunta "Passe o ketchup?") e um especialista em... Bom, um especialista. Esse é Lt. Finletter , um cara vestido de paraquedista que anda por aí arrastando seu pára-quedas (aberto) e com uma espada na mão.

Uma das cenas memoráveis do especialista em mergulho.
A repórter Lois Fairchild (Sharon Taylor) vai atrás de Dixon e Finletter, procurando informações sobre os tomates assassinos. Lois é tão feia, mas tão feia, que sua maquiagem devia incluir um saco de papel, se é que vocês me entendem. A função dela é ser "a gostosa" do filme, mas não cumpre nem um pouco seu dever.

A comida preferida da especialista em mergulho.
Jim Richardson (George Wilson) é o porta-voz do presidente que faz de tudo para provar ao mundo que os tomates são bonzinhos, e vai numa agência de publicidade tentar manipular a opinião pública. Um dos motivos colocados nos comerciais para os tomates serem apreciados pelo povo é "Tomates maiores fazem pizzas maiores"!

Infelizmente, esse foi o fim do nosso especialista em disfarces... "Passe o ketchup?"
Bom, Jim tenta matar Dixon para que sua operação a favor dos tomates continue, mas Finletter aparece com sua espada (e seu pára-quedas aberto, óbvio) e mata o Sr. Jim Richardson. Então, permanece o mistério : o que pode parar os tomates? Dixon percebe depois que os tomates são vulneráveis à chatíssima música "Puberty Love" (um hitzinho no filme, tipo um "Tô Nem Aí", uma coisa irritante que faz sucesso). Então, ele toca "Puberty Love" e depois pisa em todos os tomates, junto com uma multidão de loucos.

Finletter com a "linda" Lois Fairchild.
A repórter é então encurralada por um tomate com protetor de ouvidos (??????). Dixon mostra a partitura da música (??????²) para ele, que encolhe e morre. No fim, para dar um ar mais clichê ao filme, Lois e Dixon se apaixonam, mesmo sem terem trocado uma palavra durante o filme.

O tomatão com tapa-ouvidos, encurralando Dixon e Lois.
Curiosidade: A música "Puberty Love" foi o primeiro trabalho de Matt Cameron, que hoje é baterista do Pearl Jam! Quem diria, hein? Bizarro! Se alguém se interessar pela letra traduzida do tema (que gruda na cabeça e não sai mais) do filme e da maravilhosa "Puberty Love", é só pedir, que eu faço um post com as letras e suas traduções...

"Puberty Love", nem os tomates, nem os personagens, ninguém aguenta.
de John De Bello
escrito por John De Bello e Costa Dillon
O Ataque Dos Tomates Assassinos é o início de uma saga com tomates que matam gente, que teve quatro filme (e há rumores de um quinto vindo aí). Tudo começou em 1978...
Se você é fã de filmes trash, já deve ser familiar com esse filme, então deve estar acostumado com pessoas correndo da câmera, enquanto alguém joga tomates (normais ou gigantes de papel maché) atrás delas.
O filme conta a história de quando os tomates se revoltam e começam a... bom, matar pessoas.

Mason Dixon, herói do filme. Olha a cara do figura.
Mason Dixon (David Miller) é chamado para conter esse ataque, e com ele é recrutado um time nada normal: um especialista em mergulho (que não tira a roupa de mergulho, e sua única cena de destaque é ele mergulhando numa fonte em praça pública), uma especialista em natação (que tem o corpo da Preta Gil, e com esteróides como se fossem cereais matinais. Acaba morrendo), um especialista em disfarce (esse é o melhor! Infelizmente, acaba morrendo quando, infiltrado no acampamento dos tomates disfarçado como um deles, faz a infeliz pergunta "Passe o ketchup?") e um especialista em... Bom, um especialista. Esse é Lt. Finletter , um cara vestido de paraquedista que anda por aí arrastando seu pára-quedas (aberto) e com uma espada na mão.

Uma das cenas memoráveis do especialista em mergulho.
A repórter Lois Fairchild (Sharon Taylor) vai atrás de Dixon e Finletter, procurando informações sobre os tomates assassinos. Lois é tão feia, mas tão feia, que sua maquiagem devia incluir um saco de papel, se é que vocês me entendem. A função dela é ser "a gostosa" do filme, mas não cumpre nem um pouco seu dever.

A comida preferida da especialista em mergulho.
Jim Richardson (George Wilson) é o porta-voz do presidente que faz de tudo para provar ao mundo que os tomates são bonzinhos, e vai numa agência de publicidade tentar manipular a opinião pública. Um dos motivos colocados nos comerciais para os tomates serem apreciados pelo povo é "Tomates maiores fazem pizzas maiores"!

Infelizmente, esse foi o fim do nosso especialista em disfarces... "Passe o ketchup?"
Bom, Jim tenta matar Dixon para que sua operação a favor dos tomates continue, mas Finletter aparece com sua espada (e seu pára-quedas aberto, óbvio) e mata o Sr. Jim Richardson. Então, permanece o mistério : o que pode parar os tomates? Dixon percebe depois que os tomates são vulneráveis à chatíssima música "Puberty Love" (um hitzinho no filme, tipo um "Tô Nem Aí", uma coisa irritante que faz sucesso). Então, ele toca "Puberty Love" e depois pisa em todos os tomates, junto com uma multidão de loucos.

Finletter com a "linda" Lois Fairchild.
A repórter é então encurralada por um tomate com protetor de ouvidos (??????). Dixon mostra a partitura da música (??????²) para ele, que encolhe e morre. No fim, para dar um ar mais clichê ao filme, Lois e Dixon se apaixonam, mesmo sem terem trocado uma palavra durante o filme.

O tomatão com tapa-ouvidos, encurralando Dixon e Lois.
Curiosidade: A música "Puberty Love" foi o primeiro trabalho de Matt Cameron, que hoje é baterista do Pearl Jam! Quem diria, hein? Bizarro! Se alguém se interessar pela letra traduzida do tema (que gruda na cabeça e não sai mais) do filme e da maravilhosa "Puberty Love", é só pedir, que eu faço um post com as letras e suas traduções...

"Puberty Love", nem os tomates, nem os personagens, ninguém aguenta.
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